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Publicado em 08 de maio de 2026 | 3 minutos de leitura

SinepeRio participa de encontro que discute o papel da educação na revolução da IA

A Universidade Federal do Estado do Rio iniciou um grupo de trabalho para promover o diálogo entre academia, escolas, poder público, sociedade civil organizada e profissionais que estão fazendo a Inteligência artificial de ponta.

O primeiro encontro, realizado no dia 27/04, no auditório do Colégio de Altos Estudos da UFRJ, reuniu representantes de diferentes instituições educacionais, alunos, diversos palestrantes e a participação especial do austríaco, Julian Schrittwieser, da DeepMind, laboratório de inteligência artificial da Google.

“Refletir sobre a educação na Era das IA’s não é mais uma opção. É uma necessidade. Hoje, o nosso trabalho é aproximar o que está sendo feito nas escolas e universidades com o que está sendo desenvolvido no Vale do Silício, por exemplo. É a união entre dois mundos: o da educação e o da tecnologia”, explicou o professor Gabriel Goldmeier.

Dividido em painéis, os principais temas abordados ao longo do evento foram: competências necessárias que precisam estar no radar das escolas e universidades na formação desses profissionais, o papel do homem no processo de criação e programação, as habilidades sociais para atuar no campo da inteligência artificial e os cases de sucesso que já estão acontecendo fora do país e que podem servir de exemplo para o Brasil.

“As habilidades sociais são fundamentais no trabalho com a IA. O papel do homem e a parte criativa é fundamental nesse processo”, reforçou Julian.

O SinepeRio, parceiro desse evento, entende que a revolução tecnológica e midiática avança a passos largos e impacta os sistemas de ensino.

Para o vice-presidente do SinepeRio, Pedro Flexa ,tudo indica, que as as próximas gerações irão atuar, em suas vidas adultas, em contextos que demandarão capacidade de complementariedade com a inteligência artificial.

“As escolas particulares podem e devem colocar o tema em pauta em seus programas de formação continuada. Algumas já começaram a publicar suas “Políticas para uso de IA” e que estabelecem o que é recomendado e o que é interditado”, concluiu Flexa.  


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